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Dicas para adaptar um cardápio com restrições de alimentos

Existem diversos tipos de restrições alimentares. Por isso, vamos dar dicas para você adaptar o cardápio do seu negócio e continuar com as vendas em alta!

As restrições de alimentos é algo muito comum entre os consumidores. Muitas delas são adquiridas naturalmente, conforme as pessoas descobrem certas reações do organismo a determinados tipos de comidas.

Outras são livremente escolhidas, ou seja, quando o cliente decide não consumir mais alimentos de origem animal ou que tenham açúcar, glúten ou lactose, por exemplo. Esse estilo alimentar entra no que chamamos de cardápio restritivo ou com ingrediente “free”.

Existem muitos produtos no mercado com o selo “free”, feitos especialmente para atender a esse público, mas também para ampliar as possibilidades de receitas e preparo de alimentos para quem vende.

Por isso, é possível montar um menu especial para atender a todos os tipos de clientes no dia a dia, com as mais variadas restrições de alimentos, e continuar vendendo bem!

A seguir, vamos listar alguns tipos de restrições mais comuns e como você pode adaptar o cardápio a partir da escolha dos ingredientes.

 

SEM AÇÚCAR

Os alimentos sem açúcar, também conhecidos como diet (com ausência de determinado ingrediente – nesse caso, o açúcar), são uns dos mais populares, pois são feitos geralmente para quem tem algum tipo de diabetes ou segue uma dieta sem doces.

Desde o cafezinho sem açúcar até sobremesas com adoçantes naturais, como mel, xilitol, agave e estévia, são superindicados na hora de servir. Você pode transformar quase toda receita comum em uma sem açúcar utilizando esses ingredientes, com pequenas mudanças para continuar com muito sabor, porém, diet.

SEM LACTOSE

A intolerância à lactose é um distúrbio em que o corpo é incapaz de digerir adequadamente o açúcar presente no leite e em seus derivados, como queijos, requeijões, iogurtes, etc. Não se trata de alergia, mas, sim, de uma dificuldade de absorção, que provoca dores de barriga, náuseas e desconforto abdominal.

Atualmente, existem diversos produtos sem lactose que podem substituir o leite tradicional. Desse modo, é fácil adaptar o seu menu utilizando esses ingredientes. Você também pode substituir o leite comum por leite vegetal, como o de amêndoas, o de arroz, entre outros, produzindo do zero ao extraí-los desses grãos!

 

SEM GLÚTEN

Existe também a intolerância ao glúten, uma proteína presente em diversos carboidratos comuns no dia a dia, como trigo, aveia, cevada e malte. Muitos clientes sentem desconfortos e inchaços e não conseguem digerir muito bem alimentos com glúten, como biscoitos, pães, bolos e massas.

Para evitar esse problema, você pode substituir a farinha de trigo convencional por farinha integral de aveia, arroz, milho e outros grãos. Em receitas doces, você pode usar farinha de castanhas ou amêndoas para deixar a sua receita sem glúten e incrivelmente saborosa.

Importante: a intolerância é diferente de alergia ou doenças que afetam o sistema imune, como a celíaca, por exemplo. A intolerância causa reações durante o processo de digestão sem afetar o organismo de forma grave ou em um nível patológico.

 

NO CARB

Outra restrição comum é a dieta sem carboidratos, conhecida como cetogênica ou “no carb”. Nesse caso, substituem-se todos os alimentos ricos em carboidratos por proteínas ou gorduras.

A dica é variar o cardápio de um jeito mais criativo, transformando receitas conhecidas em versões alternativas, como um macarrão de abobrinha, uma lasanha de berinjela ou uma pizza de massa de couve-flor!

Pensando dessa forma, há como fazer opções diferentes de um jeito muito saboroso para conquistar uma parcela de clientes mais focados na perda de peso e na alimentação mais leve.

 

O SEGREDO ESTÁ NA EMBALAGEM

Não podemos deixar de mencionar a importância de se ler rótulos e embalagens de produtos para verificar sempre a quantidade/presença de determinado ingrediente. Não se deixe enganar por alimentos que não têm uma descrição detalhada na etiqueta ou não mencionam a proporção de cada ingrediente – isso pode comprometer a qualidade do seu produto e deixar o seu cliente insatisfeito.

Na descrição dos ingredientes, por lei, o fabricante deve mencionar primeiro o ingrediente em maior quantidade e terminar com o de menor volume. Assim, você consegue identificar tudo o que há na receita de cada embalagem.

Outra dica é ler a tabela de valores para identificar a qualidade nutricional do produto. Assim, você já identifica quanto (%) há de proteínas, gorduras, carboidratos e demais nutrientes.

 

Levando tudo isso em consideração, esperamos que você possa readaptar o seu cardápio para os diferentes tipos de dietas e restrições alimentares, mostrando aos clientes que o seu negócio tem um diferencial e tanto!

Se você gosta de trabalhar apenas com o mercado de nicho, ou seja, clientes especiais com poder de compra, é importante levar essas dicas em consideração para profissionalizar ainda mais o seu estabelecimento. Uma coisa é certa: seus clientes vão amar essa atenção especial!

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